10 junho 2008

Até Breve...

       Quando te tive, quis ter-te conhecido toda a minha vida, quando te foste, desejei nunca ter-te conhecido, custava muito menos, era tudo tão mais fácil. Poderia perguntar-me quanto tempo demora um mês, mas... Será só um mês?! Não interessa, quando voltares a lua estará cheia e no mesmo sítio a brilhar só para ti.        Gosto do claro, quando é claro que me adoras, gosto do não, quando dizes que não podes viver sem mim, gosto do nada, nada que te leve para longe, gosto do tudo, tudo o que te traz de volta, gosto da demora, sempre que tens de ir, gosto da pressa, quando estás para chegar, gosto da saudade, quando ela está a terminar, gosto de gostar de ti!         Foi preciso um só momento para nunca mais te esquecer, e sempre que olhar a lua vou lembrar-me de ti, do teu sorriso, dos nossos momentos. Momentos que se perdem com a aproximação do inevitável adeus. Prefiro encará-lo como um até breve e por isso te digo, sempre que olhares o céu nocturno e encarares a estrela mais brilhante lembra-te de mim, estarei a pensar em ti... Até breve...

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